A advocacia criminal se aprende nos autos. A tribuna, quase nunca. O Instituto existe para ensinar exatamente essa parte.
Fundado por Eugênio Malavasi, criminalista desde 1993, o Instituto forma advogados na prática da sustentação oral: escolher o que dizer, dizer no tempo que se tem, e terminar formulando o pedido.
Conhecer a Turma Inaugural Turma pequena, por inscrição.
Criminalista desde 1993 · Sócio-fundador do Malavasi Sociedade de Advogados
Advogado criminalista há mais de três décadas, com atuação em Santos e São Paulo. Construiu a carreira na tribuna: plenários do júri, sustentações orais nos tribunais e a rotina de quem defende com o caso inteiro nas costas.
O Instituto nasce para transferir essa experiência. Não a teoria, que os livros já dão, e sim o julgamento prático: o que se escolhe dizer, o que se abandona, e como se sustenta quando o tempo é curto e ninguém vai interromper para ajudar.
Três princípios, e todos aparecem na prática da formação, não no discurso.
Ninguém aprende a sustentar ouvindo falar de sustentação. Na formação, cada participante sustenta ao vivo e é corrigido diretamente pelo professor.
A correção acontece imediatamente após a apresentação, enquanto a memória está viva. É a diferença entre ser corrigido e ser julgado.
A prática usa caso-base escrito pelo Instituto. O sigilo profissional não é detalhe: é premissa de desenho.
Encontros ao vivo conduzidos por Eugênio Malavasi, em turma pequena formada por inscrição. No segundo encontro, cada participante realiza a sua sustentação ao vivo diante da turma e, imediatamente depois, recebe uma correção individual e reservada de Eugênio Malavasi.
O método por inteiro: o que merece chegar à tribuna, e como transformar estratégia em sustentação.
Sustentar e receber correção individual e reservada.
Sustentações de Eugênio Malavasi, públicas no Instagram. É dessa matéria que o método é extraído.